sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A Rapariga que Salvou o Natal de Matt Haig e Chris Mould - Novidade Booksmile


A Rapariga que Salvou o Natal
320 pp | 13,99€

Sinopse
A Rapariga que Salvou o Natal é um livro repleto de magia, perfeito para miúdos e graúdos. Só é preciso coragem e uma pitada de magia para salvar o Natal! A véspera de Natal chegou, mas algo não está bem! O mundo deixou de acreditar em magia e o Natal pode mesmo acabar. O Pai Natal vai tentar fazer tudo para o salvar, mas sabe que nunca conseguirá fazê-lo sem a ajuda de uma rapariga muito especial: a Amélia. Só que ela desapareceu!
Com a ajuda de alguns elfos, de oito renas, da rainha de Inglaterra e de um misterioso homem chamado Charles Dickens, a jornada para resgatar a Amélia começa: é preciso encontrá-la, ou o Natal poderá perder-se para sempre!

Matt Haig escreveu o seu primeiro livro em 2004 e, desde então, nunca mais parou. Autor bestseller, recebeu o Blue Peter Book Award, o Smarties Book Prize e integrou por três vezes a shortlist do Carnegie Medal.

Chris Mould dedica-se às Artes Plásticas desde os 16 anos. É casado, tem 2 filhos, e adora trabalhar no tipo de livros que gostaria de ter tido quando era criança. Mould recebeu o Nottingham Children’s Book Award e foi recomendado para o Sheffield Children’s Book Award.



«A Rapariga que Salvou o Natal vai derreter o coração que o Grinch congelou», Simon Mayo.

«A sequela de Um Rapaz Chamado Natal vai encantar crianças e derreter o coração dos adultos mais céticos. Maravilhosamente ilustrado e cheio sabedoria, este livro é um doce de Natal.», Sunday Mirror.

«Um conto que enche o coração», Daily Express

«Engraçado, sincero e com ilustrações brilhantes. Uma grande homenagem a Charles Dickens!», Associated Press

«Uma história maravilhosa, cheia de magia», The Week Junior

A Ilha de Ana Afonso Simão - Reedição Marcador



FICÇÃO – Romance
PÚBLICO – Geral
Nº DE PÁGINAS - 224
FORMATO – 15,2*23,1
PREÇO (c/IVA) – 15 €
ISBN – 9789897543357
LANÇAMENTO – 02/11/2017

Sinopse
Um carro despenha-se numa falésia junto ao farol. A jovem que o vai a conduzir morre. Uma mulher, num lugar ali perto, acorda assustada e vai até ao alpendre da casa onde vive, junto ao mar. Terá sido apenas um sonho? 
O mar parece estar de feição. Agarra na prancha, decidida a apanhar umas boas ondas. Cai e volta a cair enrolada numa onda gigante. Tenta arranjar forças para vir para cima. Entra numa luta titânica contra o mar, com as poucas forças que ainda tem, mas deixa de ver. Já não tem mais forças. De repente fica tudo às escuras. Foi nesse instante que sentiu uns braços à sua volta.

Sobre a autora
Nasceu em Santarém. É licenciada em Gestão de Recursos Humanos, com uma pós-graduação no ISCTE-IUL. Trabalhou na Câmara Municipal de Santarém, na área da cultura, turismo e ação social. É autora do livro A Menina dos Ossos de Cristal que faz parte do PNL (Plano Nacional de Leitura).Faz ações de sensibilização sobre a deficiência em várias escolas do país.

«Há ilhas que vale a pena visitar. Esta é, sem dúvida, uma delas. » Pedro Chagas Freitas.

Biblioteca Perfeita


Fonte: Pinterest.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Os Cem Melhores Poemas dos Cem Melhores Poetas Portugueses Organizado por José Mário Silva - Novidade Companhia das Letras


Os Cem Melhores Poemas Portugueses dos Últimos Cem Anos 
Selecção e organização de José Mário Silva
Companhia das Letras
ISBN 978 989 6653 316
336 Páginas 
PVP c/IVA 17,50€

Sobre o livro
Reúne poemas de autores como Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Vitorino Nemésio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Herberto Helder, Alexandre O'Neill, Mário Cesariny, Fiama Hasse Pais Brandão, Ruy Belo, Eugénio de Andrade, Natália Correia, António Ramos Rosa, Luiza Neto Jorge, Carlos de Oliveira, Alberto Pimenta, Vasco Graça Moura, Joaquim Manuel Magalhães, Al Berto, Maria Teresa Horta, Pedro Tamen, Rui Knopfli, Ana Hatherly, Manuel António Pina, Fernando Assis Pacheco, Jorge Sousa Braga, Daniel Faria, Adília Lopes, A. M. Pires Cabral, José Tolentino Mendonça, Miguel-Manso, Inês Dias.

José Mário Silva nasceu em Paris em 1972 e mora em Lisboa. Licenciou-se em Biologia mas acabou por enveredar pelo Jornalismo em 1993, altura em que começou a trabalhar para o Diário de Notícias na secção das Artes. É autor de três livros, dois de poesia, Nuvens e Labirintos (com o qual ganhou o Prémio Literário Cidade de Almada) e Luz Indecisa, e um de contos, O Efeito Borboleta. É, actualmente, crítico literário e coordenador da secção de literatura no Expresso e colaborador da revista literária Ler.

Cartas a um Jovem Escritor de Colum McCann - Novidade Clube do Autor


Cartas a um jovem escritor
Tradução de Eugénia Antunes
196 Págs. / 14,00€
Disponível a partir de 15 de Novembro

Sobre o livro  
Escrever bem não depende apenas do talento, o esforço também conta e o treino é fundamental. Cartas a um Jovem Escritor é um livro pequeno em tamanho, mas enorme na quantidade de sugestões e conselhos para quem pretende escrever melhor ou até tornar-se escritor.
Colum McCann considera que nisto de escrever não existem regras; ou, então, se existem, servem apenas para serem quebradas. Conforme-se com estas contradições. Deve estar preparado para segurar duas ou mais ideias opostas na palma das mãos em simultâneo.
Para McCann a primeira frase deverá abrir a sua caixa torácica. Deverá entrar-lhe pelo peito adentro e virar-lhe o coração de pantanas. Deverá insinuar que o mundo nunca mais será o mesmo.
Para quem simplesmente não consegue começar a escrever, o conselho do escritor é o seguinte: não permita que o terror da página em branco envolva a sua mente em celofane. A desculpa de que sofre de bloqueio de escritor é demasiado fácil.
(…) Deixe estar o rabo na cadeira. O rabo na cadeira. O rabo na cadeira. Continue a olhar para a página em branco.
E como surgem as ideias? Só tem de estar recetivo ao mundo. É esse o truque. Tem de estar à escuta. E tem de estar alerta. Tem de estar aberto à inspiração. A ideia geral pode vir do jornal, pode surgir de uma frase escutada no metro, pode ser a história que estava guardada no sótão da família. Pode ter nascido de uma fotografia ou de outro livro, pode tê-lo arrebatado por uma qualquer razão desconhecida. Pode ter sido o desejo de confrontar um assunto mais vasto: a devastação do meio ambiente, as causas primordiais que levam pessoas a pilotar aviões contra edifícios, as horríveis notícias sobre as eleições. Tanto faz. Nenhuma história é melhor do que outra. Tudo o que sabemos é que precisa de ser contada ao mundo e que há que começar a investigá-la.
Mais: é possível criar personagens a partir do pó. Por vezes, pegamos numa personagem do nosso círculo próximo e construímos uma nova pessoa por cima daquele espantalho. Outras vezes, pegamos em figuras bem conhecidas da história e damos-lhe novas formas. Seja como for, temos a responsabilidade de lhes dar vida por meio da escrita. Devemos tanto à nossa imaginação quanto devemos à história. 
Para quem teme a construção dos diálogos, não há que ter receios. Para o autor, o diálogo escrito não tem obrigatoriamente de seguir regras gramaticais. Desarrume as frases como lhe der na gana. Tem liberdade para deambular. Liberdade para explorar.
Se já tem o livro todo sublinhado, ou com post-its, então saiba que ainda vamos a meio. Procurar a Estrutura, Onde Devo Escrever, Curso de Escrita Criativa: Fazer ou Não Fazer?, Devo Ler Enquanto Escrevo?, Porquê Contar Histórias?, Sinta-se Exausto Quando Terminar, entre outros capítulos, incluem igualmente dezenas de preciosos conselhos, sempre neste registo muito claro e objetivo, para quem gosta de escrever, quer escrever melhor ou ambiciona escrever um livro.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A ler


Estas são as minhas leituras no início do mês de Novembro. E vocês leitores, o que andam a ler?
Boas leituras!