terça-feira, 31 de outubro de 2017

Diário de Gratidão de Autora-Mistério - Novidade Guerra e Paz Editores


DIÁRIO DE GRATIDÃO
Autora-Mistério
15x23
232 páginas
15,90 €
Nas livrarias a 2 de Novembro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Este é o livro que vai revelar ou confirmar a melhor versão de si. A que o torna a si mais feliz, a que faz os outros mais felizes por estarem consigo. A melhor versão de si revela a sua força e a sua bondade. A melhor versão de si mostra aos outros e a si mesmo que é alguém com quem se pode contar.
O bem é contagioso. Este é o livro que o incita a fazer o bem. Para beneficiar os outros, mas também para se beneficiar a si mesmo. O bem torna-o mais criativo e torna-o mais produtivo. O bem, fazer o bem, treina-se. Este seu Diário de Gratidão é um ginásio do pensamento e da sensibilidade. Está organizado por meses e tem desafios mensais. Pedimos-lhe, primeiro, que faça um pacto: é o seu compromisso com o bem. E pedimos depois que faça três listas: a lista do Ser, a lista do Ter, a lista do Fazer. Siga depois, mês a mês, o seu caminho, tomando nota das coisas pelas quais tem de estar grato. Deixe-se invadir, deixe-se contaminar pela gratidão. No fim deste Diário vai estar mais feliz e vai fazer os outros mais felizes.

Autora-Mistério. A autora deste livro olha para a vida como se diz que os anjos olham para Deus. A autora deste livro é uma mulher. Age, pensa e ama com a serenidade de quem está de bem com a vida. Escreveu este livro com a naturalidade de quem conversa sobre o que faz. Por gratidão também. E a gratidão, às vezes, pede reserva. A autora deste livro acha muito mais importante que se veja a gratidão do que se veja a autora. Fica o segredo, porque se a gratidão pede reserva, também pede, às vezes, algum mistério.
Muitos dos meus sonhos não se realizaram. Ainda bem. Os sonhos que a vida tem tido para mim são maiores do que os meus, são melhores, são mais felizes.
Autora-Mistério

Os meus poemas não rimam de Ana Beatriz Cruz - Novidade Chiado Editora


Autor: Ana Beatriz Cruz
Data de publicação: Setembro de 2017
Número de páginas: 108
ISBN: 978-989-52-0289-8
Colecção: Prazeres Poéticos
Género: Poesia
PVP: 11,00€

Sinopse
“Os meus poemas não rimam” é um livro intimista que retrata vários estados de alma da autora e um pouco de todos nós.
Sentimentos e emoções fortes é o que se pode esperar de um livro onde a poesia não tem regra, onde os poemas não rimam.

“Se o tempo parasse,
eu pedia-lhe que parasse agora.
Agora que tenho tudo,
agora que és tudo,
que somos tudo.”

Ana Beatriz Cruz, mãe, entusiasta pela escrita.
Apaixonada por poesia, por contos infantis e crónicas. Não há um dia que não escreva nem que seja um qualquer recado.
Formada em Jornalismo e Comunicação. Mestre em Jornalismo, Comunicação e Cultura.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Passatempo Editorial Planeta - As Mulheres no Castelo


Com o precioso apoio da Planeta, temos para oferecer um exemplar do livro As Mulheres no Castelo. Para se habilitar a ganhar este exemplar, só tem de responder correctamente às questões que se encontram no formulário e ler com atenção as regras do passatempo. 

Regras do passatempo:

O passatempo é válido de 30 de Outubro até às 23h59m de 13 de Novembro. 
Só é válida uma participação por pessoa e residência, de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
Ser seguidor do blogue Manta de Histórias: www.mantadehistorias.blogspot.pt
(Para ser seguidor, basta clicar em "aderir a este site" na barra lateral direita do blogue.)
Ser fã da página de Facebook da Planeta: https://www.facebook.com/planetaportugal/
Múltiplas participações serão automaticamente anuladas.
O vencedor será sorteado aleatoriamente (random.org) pela administração do blogue, contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
O blogue e a editora não se responsabilizam por eventuais extravios no envio do livro por correio.
Boa sorte!




Coldplay - Miracles


Oiçam e deixem-se inspirar! 

Boa semana!


domingo, 29 de outubro de 2017

Sentir Profundo


As Lágrimas de Aquiles de José Manuel Saraiva - Reedição Clube do Autor


296 Págs. / 16,00€ / 8 de Novembro

Sinopse
Baseado nas experiências do autor na Guerra do Ultramar, As Lágrimas de Aquiles ficciona não apenas sobre o amor, a saudade ou a guerra mas também sobre as escolhas que determinam a nossa vida.
A Guerra Colonial tinha acabado há mais de 20 anos quando o ex-alferes Nuno Sarmento decide voltar à Guiné, numa busca do seu passado perdido. Nas matas onde viu morrer e foi morrendo, onde se faziam emboscadas e ataques, encontra apenas o desgosto e as lembranças mais dolorosas de uma guerra sem causa clara, em que parece que se perdeu mais do que se ganhou.
Apenas um jovem estudante da Universidade de Coimbra quando tinha sido chamado às fileiras, deixara em Portugal a esperança de um futuro melhor e um amor à espera. Ao voltar do Ultramar, o amor já não esperava e ele próprio já não era o mesmo. Só tinha encontrado esquecimento, desilusão e a insistente dúvida sobre se tudo teria valido a pena.
A guerra tinha acabado, era certo; mas, dentro dele, não existiam tréguas.

"A guerra é uma barbaridade, seguramente a mais inútil das tragédias, mas é também um acto único. É uma espécie de jogo de sorte e de azar; um jogo em que se está e de repente não se está. Entre a vida e a morte passa um fio de nada, um sopro ligeiro, um assobio breve, ás vezes tão breve como o instante de um beijo secreto à despedida. Tudo se cumpre no exacto limite dos sentimentos, nas fronteiras precisas do medo e da coragem."

Bom Domingo!


sábado, 28 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - Este ano escrevo um livro


Disponível a 17 de Novembro

Sinopse
Este manual oferece uma série de princípios, dicas, exercícios e técnicas que servirão de mapa ao processo de criar e publicar um livro. Não se trata apenas de uma obra sobre escrita criativa - de ficção e não ficção. Este livro vai mais além, acompanha o escritor desde a criação até à promoção, explica as características do funcionamento do mercado editorial e o papel do escritor na sociedade de informação atual. 
Aqui irá encontrar a plataforma para dar o salto necessário entre a ideia e a obra. Receberá também o conhecimento necessário para rever e editar um manuscrito, a melhor forma de abordar uma editora, escolher um agente, saber os seus direitos e promover o seu trabalho em festivais literários ou nas redes sociais.

Ana Bacalhau - Leve Como Uma Pena



Disco de estreia a solo da Ana Bacalhau. Este single está brutal. É para ouvir e repetir quantas vezes apetecer. A boa música portuguesa está de boa saúde e recomenda-se. 

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - Limões na Madrugada


Disponível a 17 de Novembro

Sinopse
O meu nome é Adriana. Vivo na Argentina, terra da minha mãe.
A minha família paterna, os Brancos, era gente do Porto. Foi ali perto que nasceu o meu pai, numa grande casa junto ao Douro.
Agora eu sou a última dos Brancos. É minha a pequena herança da minha tia: os últimos quadros que o meu tio pintou. Vim ao Porto buscá-los. Vim conhecer a velha casa de família. Vim descobrir a sua história e os seus segredos. Vim descobrir-me.
Oxalá nunca tivesse vindo.
Ansiosa por regressar à Argentina, mas presa a Portugal, distante do homem que ama e da mulher com quem vive, Adriana está perante um dilema universal e intemporal: manter-se comodamente na ignorância ou desvendar o passado da família, como se de um caso policial se tratasse, enfrentando assim aquilo de que andou a fugir toda a vida, por mais doloroso que seja.
Num jogo magistralmente imaginado pela autora, entre a vida atual de Adriana e os ecos do Portugal antigo, machista e violento dos seus pais e avós, esta história, de uma família e dois continentes, é uma viagem entre o presente e o passado, uma ponte sobre o fosso cultural que separa as gerações, um tratado sobre tudo aquilo que a família pode fazer à vida de um só indivíduo.
Entre a sombra e a luz, deixando que por vezes os silêncios falem mais alto do que as palavras, Limões na Madrugada é um romance sobre o amor incomum, o poder da família e a necessidade da coragem.
UMA HISTÓRIA TÃO SUBTIL QUANTO IMPLACÁVEL.

[A minha Opinião] As Mulheres no Castelo


Tive o privilégio de receber o exemplar de avanço de "As mulheres no castelo". Foi uma surpresa agradável, visto que na altura não tinha lido qualquer informação sobre o livro. Depois de lida a sinopse e compreender que me esperava uma leitura sobre a II Guerra Mundial e o Nazismo, a curiosidade aumentou.

Não sei se será coincidência, gosto ou ambas, mas ultimamente tenho lido muito sobre a temática do Holocausto. Quanto mais leio sobre este período da história, mais chocada fico com as narrativas. Pensei que fosse ao contrário, que me fosse habituando a ler sobre as crueldades perpetradas nesta altura, que não me emocionasse tanto, que me fosse tornando mais forte, que não me impressionasse tanto, mas é precisamente o contrário. Continua a fazer-me uma confusão enorme como se chegou aquele ponto de loucura, como é que morreu tanta gente inocente de forma tão cruel, como é que ninguém tentou parar aquele louco. É sobre o parar com as loucuras de um lunático, que se centra esta narrativa. 

Dos livros que li sobre o Holocausto, todos eles narravam a história das vítimas, todos os sofrimentos e crueldades que passaram às mãos dos nazis. Este livro no entanto, deu-me uma perspectiva diferente, a perspectiva dos alemães, de gente alemã, de pessoas que baixaram os braços e de outras, uma minoria, que tentaram parar Hitler, que se juntaram para o derrubar. Esta é a história de um grupo de resistentes que morreu a tentar salvar o mundo da loucura de Hitler.

Além de narrar a coragem desses resistentes, fala de três mulheres, as protagonistas do romance. São esposas de resistentes e combatentes nazis. São elas que oferecem ao leitor diferentes perspectivas de como viveram a guerra e lidaram com o terror que se passava à sua volta. Os testemunhos são, muitas vezes, arrepiantes e tenebrosos. Dei por mim revoltada, emocionada e pensativa.

Marianne von Lingenfels é o peso pesado desta narrativa. Uma mulher de grande coragem, força, inteligência, que não se deixa intimidar e que defende a todo o custo os seus valores. Assumiu a responsabilidade e não fugiu à promessa que fez ao seu marido e aos seus companheiros: o de encontrar e proteger as suas mulheres. Essa promessa traz até si Benita, a mulher do seu grande amigo Connie e Ania mulher de um resistente. São três personagens muito diferentes mas que têm em comum a resiliência.

Tenho de felicitar a autora Jessica Shattuck pela sua escrita, pelo grande trabalho de pesquisa feito e pela fabulosa história que construiu. Demorou sete anos a escrevê-lo e o resultado final fala por si.

Ler sobre o nazismo é sempre um murro no estômago. Com este livro não foi diferente. É uma leitura difícil mas necessária. Uma leitura que tem muito a ensinar e a sensibilizar.

Uma leitura mais que recomendada.
Boas leituras!

Quase a chegar às livrarias - Mil Vezes Adeus


Disponível a 10 de Novembro

Sinopse
Não era intenção de Aza, uma jovem de dezasseis anos, investigar o enigmático desaparecimento do bilionário Russell Pickett. Mas estão em jogo uma recompensa de cem mil dólares e a vontade da sua melhor amiga Daisy, que se sente fascinada pelo mistério. Juntas, irão transpor a distância (tão curta, e no entanto tão vasta) que as separa de Davis, o filho do desaparecido. Mas Aza debate-se também com as suas batalhas interiores. Por mais que tente ser uma boa filha, amiga, aluna, e quiçá detetive, tem de lidar diariamente com as suas penosas e asfixiantes «espirais de pensamentos». Como pode ser uma boa amiga se está constantemente a pôr entraves às aventuras que lhe surgem no caminho? Como pode ser uma boa filha se é incapaz de exprimir o que sente à mãe? Como pode ser uma boa namorada se, em vez de desfrutar de um beijo, só consegue pensar nos milhões de bactérias que as suas bocas partilham? Neste tão aguardado regresso, John Green, autor premiado de A Culpa É Das Estrelas e À Procura de Alaska conta, com dolorosa intensidade, a história de Aza, numa tentativa de partilhar connosco os dramas da doença que o afeta desde a infância. O resultado é um romance brilhante sobre o amor, a resiliência, e o poder da amizade.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - A menina silenciosa


Disponível a 2 de Novembro

Sinopse
O 4º VOLUME DA SAGA SEBASTIAN BERGMAN
Suécia. Uma bonita casa branca, de dois andares. Dentro, uma família brutalmente assassinada - mãe, pai e duas crianças pequenas, mortos a tiro, em plena luz do dia. E o assassino escapou. Sebastian Bergman, com o Departamento de Investigação Criminal, tenta deslindar o crime, mas, com o principal suspeito morto, está num beco sem saída. Até que descobre que há uma testemunha do crime.
Uma menina, Nicole, viu tudo e fugiu, assustada. Quando a encontram, descobrem que o trauma do que viu a deixou totalmente muda, comunicando apenas através de caneta e papel. Os seus desenhos revelam um facto convincente e inescapável: ela viu o assassino. Bergman fica obcecado com o desafio de romper a parede de silêncio de Nicole. Enquanto isso, o assassino está apostado em garantir que ela fique calada.

O despertar da menina Prim de Natalia Sanmartin Fenollera - Novidade Porto Editora


Título: O despertar da menina Prim
Autor: Natalia Sanmartin Fenollera
Tradução: Artur Lopes Cardoso
Págs.: 248
PVP: 16,60 €

Sinopse
Atraída por um anúncio sugestivo, Prudencia Prim chega a San Ireneo de Arnois, um pequeno e encantador lugarejo cujos habitantes decidiram declarar guerra às influências perniciosas do mundo moderno, e é contratada para organizar a biblioteca do homem do cadeirão, uma pessoa inteligente, profunda e culta, mas sem qualquer toque de delicadeza.
Apesar das batalhas dialéticas frequentes com o seu chefe, aos poucos, a bibliotecária vai descobrir o estilo de vida peculiar do local e os segredos dos seus habitantes pouco convencionais.
Narrado com humor, brilho e inteligência, O despertar da menina Prim leva-nos numa viagem inesquecível em busca do paraíso perdido, da harmonia e da beleza, e da profundidade escondida nos
pequenos prazeres da vida.

Natalia Sanmartin Fenollera é uma jornalista espanhola que trabalha atualmente no jornal diário Cinco Días, onde é chefe da secção de Opinião. Em 2013 publicou o seu primeiro romance, O despertar da menina Prim, que rapidamente se tornou um êxito junto do público e da crítica, tendo sido traduzido para vários países.

Imprensa 
«Uma história que nos faz lembrar os romances de Jane Austen: românticos e introspetivos. [...] Um elogio à lentidão num mundo de pressa e confusão, ao gosto pelos pequenos prazeres da vida, à necessidade de beleza e equilíbrio, e à possibilidade de construção de sociedades mais igualitárias, mais espirituais.» lecturassumergidas.com

«Um primeiro romance, encantador e perspicaz, que será com certeza um êxito.» Library Journal

«Parte do sucesso de O despertar da menina Prim reside na fluidez da leitura.» El País

«Escrito com inteligência, graça e estilo.» authorexposure.com

«Uma história requintadamente delicada, distinta e inspiradora, que deixará o seu coração refém do tesouro escondido por detrás dos pormenores que fazem a vida.» Elle (Espanha)

[A minha Opinião] A Amiga


Este é o quarto livro que leio da autora. Antes deste li "A praia das pétalas de rosa", "Os aromas do amor" e "Um novo amanhã". Dorothy Koomson tem me sabido conquistar com as suas histórias e personagens. O mistério presente em todos os livros que li da autora, é para mim a chave de tão viciantes leituras. "A amiga" volta a ter essa chave de ouro, que agarra o leitor e não o solta, até ser tudo desvendado. 

"Seria capaz de qualquer coisa para guardar um segredo?" Esta é a frase que está presente na capa e que aguça a curiosidade do leitor antes deste mergulhar nas páginas do livro. 

Esta narrativa centra-se na vida de Cece Solarin, obrigada a mudar de armas e bagagens para Brigthon. É nessa mudança e adaptação que está o foco da narrativa. Cece vê-se numa casa nova, numa comunidade nova, sem trabalho, concentrando-se unicamente nos filhos e na lida doméstica. É talvez por esse facto, de se sentir à deriva, sem o desafio constante que era o seu trabalho profissional e o afastamento notório do seu marido, que a mudança lhe custa tanto. 

A inquietação de Cece agrava-se quando descobre que, ocorreu um crime, na escola onde inscreveu os seus filhos. Esta notícia deixa-a ainda mais insegura e com vontade de descobrir a verdade sobre o que aconteceu. 

Yvonne, a mulher deixada às portas da morte era uma grande amiga de Maxie, Anaya e Hazel. São estas três últimas mulheres que ajudam Cece na sua integração na comunidade. É a partir destas novas amizades que Cece vai descobrindo mais sobre aquelas mulheres e o que eventualmente terá levado ao crime. O que vai descobrindo deixa-a cada vez mais inquieta.

Dorothy Koomson mais uma vez traz ao leitor personagens fortes, mulheres fortes. Cada uma delas com as suas particularidades. Todas elas com passados que preferem esquecer, todas elas a viver um presente que não lhes agrada e todas elas a questionarem-se sobre o futuro que as espera. 

A trama foi muito bem construída. Temos avanços e recuos no tempo, que permitem ao leitor conhecer melhor as personagens e construir uma teoria do que levou ao crime. Todas as quatro personagens, Cece, Maxie, Anaya e Hazel são narradoras. Todas elas nos vão dando a sua perspectiva dos acontecimentos. 

Confesso que ao início da leitura precisei de ir apontando os nomes das personagens e dos seus familiares, para me puder orientar na leitura. Pode tornar-se confuso ao início com tantos nomes de maridos e filhos. Fica o conselho, caso seja necessário.

Fora essa confusão inicial com tanto nome de personagens, a leitura depois corre lindamente. O livro está cheio de mistério, as personagens são bem construídas e a trama é uma loucura que deixa qualquer leitor agarrado ao livro. Para mim, Dorothy Koomson nunca desilude.

Se ainda não se aventuraram nos livros desta autora, recomendo. Nada como um pouco de romance, mistério e crime no mesmo livro. 

Eu gostei! E vocês, vão aceitar o desafio?
Boas leituras! 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - Corpos Perfeitos


Disponível em Novembro

Sinopse
Tilda e Felix aparentam ser o casal perfeito. São jovens e belos. Ela é uma atriz em ascensão. Ele é rico e especialista em finanças. Mas, por detrás da fachada de harmonia, nem tudo é o que parece...
Pois Callie, a tímida irmã gémea de Tilda, tem observado o casal de perto. Algo não bate certo. Desde a perda de apetite à decisão de deixar de trabalhar, tem de haver um motivo para os estranhos comportamentos da irmã. Tilda parece definhar, adquiriu hábitos invulgares, esconde seringas na casa de banho, tenta disfarçar nódoas negras... A Callie também não passaram despercebidas as fúrias incontroláveis de Felix.
Intrigada, Callie recorre à Internet, onde conhece um grupo de apoio a vítimas de maus-tratos. Mas a situação não tarda a descarrilar. Quando uma das suas novas amizades é assassinada, a jovem começa a duvidar de si própria. E, de repente, também Felix aparece morto. Não há indícios de crime, mas esta morte parece demasiado perfeita... 
Suspense psicológico no seu melhor, Corpos Perfeitos dá-nos uma nova perspetiva sobre a obsessão, a violência que infligimos aos outros – e a nós próprios – ao mesmo tempo que revela o lado obscuro do amor e a força tremenda dos laços de fraternidade.

Quase a chegar às livrarias - Duas Mulheres, Dois Destinos


Disponível em Novembro

Sinopse
Na primavera de 1935, em Londres, duas jovens observam enquanto a polícia retira o cadáver de um homem de um lago. Elas vêm de mundos completamente diferentes. Ruby é filha de uma prostituta alcoólica e só conhece a pobreza e o abandono. Verity, de boas famílias, vive com todo o conforto que o privilégio garante. Mas, nesse dia, começa entre ambas uma amizade que perdurará ao longo do tempo. 
O destino, porém, não tardará a mostrar quão traiçoeiro pode ser: ao passo que Ruby encontra, por fim, um lar onde é amada e acarinhada, Verity sofre revés atrás de revés, e um terrível segredo do passado ameaça destruí-la. A Grã-Bretanha prepara-se para a guerra, a conjuntura é turbulenta. Apesar disso, ambas continuam presentes na vida uma da outra... até ao dia em que uma delas profere as palavras: “Morreste para mim”.
Num país dilacerado pela guerra, poderá a amizade sobreviver?
Duas Mulheres, Dois Destinos é um romance épico que nos fala de lealdade, amor, e da força dos laços de amizade perante as mais duras adversidades. Como sempre, Lesley Pearse não desilude...

Onde Cantam os Grilos de Maria Isaac - Novidade Cultura Editora


Género: Ficção | Literatura | Romance
Formato: 15*23cm
Nr. Págs: 296
ISBN: 978-989-8886-02-6
PVP: 17,50€
Data de Publicação: 27/Out/2017

Sinopse
Ainda bebé, Formiga foi deixado num cesto nos degraus da casa da Herdade do Lago.
O mistério da sua chegada é apenas mais um na longa história da herdade e das várias gerações dos Vaz, que a assombra de lendas e maldições: uma fonte inesgotável de mistérios fascinantes para a imaginação do rapazinho cabeça de vento.
Deslumbrado pela vida da família que venera de forma atrapalhada, Formiga corre e trepa a árvores, encolhe-se, faz-se invisível, inventa um pouco de tudo para conseguir acompanhar conversas, descobrir mais um segredo.
Mas o último segredo que ele descobre revela-se demasiado grande para a curiosidade bem-intencionada de uma criança, e um erro seu acaba por destruir o único mundo que conhece e pôr fim à sua infância.
Mais de vinte anos depois, Formiga regressa à Herdade do Lago e escreve para um leitor invisível, relembrando tudo o que foi e que não deveria ter sido.
Uma história doce contada pela voz de um adulto que fala pela criança que foi um dia.

Maria Isaac nasceu no norte de Portugal, numa pequena vila cheia de espaço e onde as pessoas sorriem e falam alto. É escritora, tradutora e colabora em vários projetos editoriais.
Hoje vive em Lisboa, rodeada de livros.

«A pérola escondida da ficção nacional.» Joel Neto

[A minha Opinião] Alice no País das Maravilhas


"Alice no país das maravilhas" é o segundo livro da colecção Os Livros Estão Loucos que leio. A adaptação deste clássico, desta feita, ficou ao encargo da Elizabete Agostinho. A capa e paginação, que mantém a loucura habitual ficou, mais uma vez, à responsabilidade do Ilídio J.B. Vasco. 

A adaptação deste clássico está fantástica. Mantém a coerência em relação aos livros já publicados. É uma leitura direccionada aos jovens e uma excelente forma de lhes dar a conhecer os clássicos. Quem não conhece este clássico de Lewis Carroll tem assim uma abordagem mais divertida e menos formal. O estímulo visual, sempre presente em todas as páginas é também uma excelente forma de agarrar o leitor, que assim nunca se sente desmotivado ou aborrecido.  

Para o leitor que lê pela primeira vez esta história, ficará com curiosidade de pegar no verdadeiro clássico e mergulhar nas palavras de Lewis Carroll. E é este, a meu ver, o grande propósito desta colecção. Incentiva a leitura dos clássicos de uma forma maluca mas espicaça a curiosidade do leitor em ler o original. Depois da leitura desta adaptação, estou com grande vontade de ler o original, que ainda não tive oportunidade de o fazer. 

Se já têm o clássico nas vossas bibliotecas, não deixem de adquirir e ler esta adaptação da Guerra e Paz Editores. Está fantástica! Eu sei, que não me canso de o dizer mas é a verdade. Esta colecção Os Livros Estão Loucos é uma autêntica obra de arte, e merece ser usufruída por todos. 

Leiam, recomendem e ofereçam!
Boas leituras!    

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - Os Meninos da Estrela Amarela


Disponível a 2 de Novembro

Sinopse
Jacob e Moisés Stein vivem com a sua tia Judith em Paris até que, em agosto de 1942, começa a grande rusga contra os judeus estrangeiros. Os seus pais, uns conhecidos dramaturgos alemães, esconderam-se na França Livre, mas, antes que a sua tia consiga enviá-los para o sul, os gendarmes detêm-nos e levam-nos para o Velódromo de Inverno, onde mais de quatro mil crianças, cinco mil mulheres e três mil homens tiveram de subsistir sem comida e sem água durante cinco dias.

Quase a chegar às livrarias - O Silêncio


Disponível a 2 de Novembro


Sinopse
Pode-se enterrar a história mas não se pode esconder a verdade. Quando um esqueleto de um recém-nascido é descoberto nas fundações de um prédio põe em marcha uma investigação. A jornalista Kate regressa para desvendar mais um grande mistério. O que não dizemos, o que não partilhamos e escondemos é o grande argumento deste thriller hipnotizante.

«Fiona Barton escreveu de novo um livro magistral com O Silêncio,[...] conta a história de uma criança de uma forma única, como só ela consegue, brilhantemente.» The Star Telegram

[A minha Opinião] A Livraria dos Finais Felizes





Este livro já estava há algum tempo na estante, à espera da sua vez para ser lido. Resolvi pegar nele a conselho de uma livrólica, que o tinha lido há pouco tempo e adorado. Foi o incentivo que faltava para o ir resgatar da estante.

Será escusado dizer que este livro conquista qualquer leitor pela capa e título. A primeira vez que o tive nas mão apaixonei-me imediatamente. É perfeito para quem adora livros.

Sara Lindqvist, a protagonista deste romance, é o retrato real de um leitor. É uma jovem tímida, insegura, que prefere a companhia dos livros e sente-se um peixe fora de água ao pé de pessoas. Teve o emprego que qualquer leitor adoraria, foi livreira. É este seu amor pelos livros que a faz cruzar-se com Amy Harris, uma americana, com quem troca correspondência. Muito falam da vida e dos livros. Dessa amizade crescente surge a oportunidade de Sara viajar até terras americanas para conhecer a sua mais recente amiga. O que Sara não sabe é que essa viagem mudará para sempre a sua vida.

Broken Wheel, é a cidade que acolhe toda esta aventura literária. Não se poderá dizer que seja uma daquelas cidades que habitualmente encontramos nestas histórias, cheias de vida, barulhentas e coloridas. Broken Wheel é o oposto. É uma cidade parada no tempo, cinzenta, com poucos habitantes. Será essa cidade a receber Sara, a sua primeira turista.

As personagens combinam bem com Broken Wheel. São peculiares, cheias de carácter, humor. Uma comunidade que inspira pela sua entreajuda mas também pela sua diversidade. Sara terá um grande desafio pela frente. Sair da sua zona de conforto que são os livros e, ao mesmo tempo, levar a que esta comunidade se apaixone pela leitura. Conseguirá o seu propósito?

Há sempre um livro para cada pessoa e é isso que este romance prova. Não se pode dizer que não se gosta de ler sem se ter tentado. Terminei a leitura satisfeita e feliz. É viciante! Leitura mais que recomendada.

Boas leituras!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Sentir Profundo


Quase a chegar às livrarias - Chá e Corações Partidos


Disponível a 24 de Outubro 

Sinopse
Alice Rose foi abandonada na agreste charneca do Yorkshire quando era ainda bebé. Os anos que se seguiram não foram muito melhores, pois, apesar de ter sido adotada por um padrasto carinhoso, a madrasta sempre nutriu por ela um sentimento de raiva. Já em adulta, a tragédia volta a assolar a sua vida… Sozinha no mundo, Alice decide regressar a Haworth, a terra da sua infância. Ocupa um pequeno estabelecimento, acalentando o sonho de finalmente assentar e abrir um salão de chá. Mas a vida parece ser sempre uma provação, e o arranque é tudo menos tranquilo… Felizmente tem a escrita (para a confortar) e um vizinho grego, o belo Niles (para a distrair). Mas com tanto a seu desfavor, conseguirá algum dia ser verdadeiramente feliz? Trisha Ashley brinda-nos com uma obra repleta de ternura sobre a conquista dos nossos sonhos, a importância de criar raízes, e, claro, o poder transformador do amor.

Quase a chegar às livrarias - Talvez Para Sempre


Disponível a 25 de Outubro

Sinopse
"Talvez Para Sempre" é uma porta entreaberta que nos permite ver o amor por dentro. Conta-nos histórias, muitas delas baseadas em situações reais, sobre a procura da felicidade a dois, as emoções vividas em segredo, a esperança da paixão, a inevitabilidade do quotidiano e da rotina.

Boa semana!


[A minha Opinião] A Ilha das Quatro Estações



Este é o primeiro livro jovem adulto português que leio e dou os parabéns à autora Marta Coelho pelo resultado final. Este género tem me conquistado cada vez mais e é com grande satisfação que vejo escritores portugueses a tomarem iniciativa, e a escreverem para este público. 

É um livro bem escrito e lê-se muito bem. Ou não fosse a escritora uma comunicadora nata e uma das autoras de grandes séries juvenis bem conhecidas da televisão portuguesa. 

A história é narrada por duas das personagens, Catarina e Tiago. Dois jovens emocionalmente fragilizados, que muitas vezes são rotulados como "problemáticos". Cada um deles vem parar à ilha por motivos diferentes, mas que ali encontram algo em comum, e um motivo para ultrapassar os problemas. Além destas duas personagens centrais da narrativa, merecem especial destaque Misha e Rute, mais dois jovens a atravessar situações complicadas e, a ilha, surge como uma possível salvação. 

Com o decorrer da leitura esperei algo de surpreendente sobre esta ilha, afinal são várias as suspeitas que vão surgindo ao longo da narrativa. Uma ilha que parece ter um misto de mistério, de lugar isolado, de controlo sobre os que lá estão. Afinal as minhas suspeitas são só suspeitas.

Achei que os últimos capítulos foram algo precipitados e o final não me trouxe todas as respostas que queria. Fico a pensar se haverá ou não uma continuação desta história. Apesar destes pontos que não me agradaram, é uma leitura que se faz muito bem e é agradável.

É um livro que vale a pena ler, pela problemáticas juvenis que aborda. Pelo cenário original onde decorre a acção. Pelas ligações bem construídas entre as personagens. Pelas histórias de amor que ali nascem e se encontram. 

Boas leituras!

domingo, 22 de outubro de 2017

Quase a chegar às livrarias - A Ilha


Disponível a 2 de Novembro

Sinopse
Um carro despenha-se numa falésia junto ao farol. A jovem que o vai a conduzir morre. Uma mulher, num lugar ali perto, acorda assustada e vai até ao alpendre da casa onde vive, junto ao mar. Terá sido apenas um sonho? O mar parece estar de feição. Agarra na prancha, decidida a apanhar umas boas ondas. Cai e volta a cair enrolada numa onda gigante. Tenta arranjar forças para vir para cima. Entra numa luta titânica contra o mar, com as poucas forças que ainda tem, mas deixa de ver. Já não tem mais forças. De repente fica tudo às escuras. Foi nesse instante que sentiu uns braços à sua volta.

Aquisições - Suma de Letras


Da Suma de Letras, chegou cá a casa, mais um thriller. "Não digas nada" de Brad Parks é a nova aposta da editora que têm estado imparável nos thrillers. Obrigada Suma de Letras!
E vocês leitores, com curiosidade em relação a este livro? Qual foi o último thriller que leram?
Boas leituras!  

sábado, 21 de outubro de 2017

Sempre livros


Aquisições - Bertrand Editora


No início do mês de Outubro recebi este mimo bom da Bertrand Editora. Obrigada! "Nenhuma verdade se escreve no singular" é o primeiro romance de Cláudia Cruz Santos e estou muito curiosa. Ler mais autores portugueses é um dos meus objectivos e esta leitura estará reservada para breve. 
E vocês leitores, curiosos com este livro? Lêem muitos autores portugueses?
Boas leituras!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Nicholas Sparks em Portugal


É já amanhã, 21 de Outubro, que os fãs de Nicholas Sparks terão oportunidade de vê-lo e ouvi-lo. O autor vem a Portugal divulgar o seu mais recente livro "Só nós dois".
O evento terá lugar no Picadeiro Real, o antigo Museu dos Coches, às 17h. A entrada é gratuita.

 

Para lá do inverno de Isabel Allende - Novidade Porto Editora


Título: Para lá do inverno
Autor: Isabel Allende
Tradução: Ângela Barroqueiro
Capa: mole com badanas
N.o páginas: 336
PVP: 18,80€
Disponível a 2 de Novembro 

Sinopse
«No meio do inverno, aprendi por fim que havia em mim um verão invencível»
Isabel Allende parte da célebre frase de Albert Camus para nos apresentar um conjunto de personagens próprios da América contemporânea que se encontram «no mais profundo inverno das suas vidas»: uma mulher chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um cauteloso professor universitário.
Os três sobrevivem a uma terrível tempestade de neve que se abate sobre Nova Iorque e acabam por perceber que para lá do inverno há espaço para o amor e para o verão invencível que a vida nos oferece quando menos se espera.
Para lá do inverno é um dos romances mais pessoais da autora: uma obra absolutamente atual que aborda a realidade da migração e a identidade da América de hoje através de personagens que encontram a esperança no amor e nas segundas oportunidades.

Isabel Allende, nascida em 1942, de nacionalidade chilena-americana, viveu no Chile entre 1945 e 1951, quando começou a viajar seguindo o seu padrasto, um diplomata chileno. Iniciou no Chile a sua carreira como jornalista. Após o golpe militar de 1973, refugiou-se na Venezuela, onde residiu treze anos, e aí começou a escrever. Desde 1988 vive na Califórnia.
Em 1982, o seu primeiro romance, A casa dos espíritos, transformou-se num dos títulos míticos da literatura latino-americana. Desde então escreveu vinte e dois livros, que se tornaram êxitos internacionais. A sua obra foi traduzida para trinta e cinco línguas e vendeu mais de sessenta e sete milhões de exemplares. Recebeu mais de cinquenta prémios internacionais e treze doutoramentos honorários. Em 2010 foi galardoada no Chile com o Prémio Nacional de Literatura, e em 2014 recebeu a Medalha da Liberdade, o galardão civil mais importante dos Estados Unidos.
Mais informações sobre a autora estão disponíveis em www.isabelallende.com e www.facebook.com/isabelallende.

Aquisições - Quetzal


Da maravilhosa Quetzal, recebi já tem alguns dias, o mais recente livro de José Luís Peixoto, O Caminho Imperfeito. É a minha estreia na escrita deste autor português. Começo com um livro de não-ficção. A leitura do livro já está feita e a opinião do livro sairá em breve. Muito obrigada à Quetzal por me ter dado esta oportunidade. 
E vocês leitores, já leram ou querem ler este livro? São fãs de José Luís Peixoto? Que livro ou livros me recomendam ler a seguir?
Boas leituras! 

[A minha Opinião] Valéria ao Espelho


Fiz a leitura do primeiro livro "Nos sapatos de Valéria" a velocidade cruzeiro e, assim que o terminei não resisti em iniciar este segundo volume, "Valéria ao Espelho". 

Muitas foram as perguntas sem resposta deixadas no final do primeiro livro e a curiosidade estava a matar-me. Depois do desbloqueio de escrita de Valéria, muito aconteceu a esta personagem, dividida entre dois homens, Adrián e Vítor. Nerea ficará de repente sem tapete e terá de tomar uma decisão importante. Lola luta para saber o que quer para si e de Sérgio, a sua eterna dor de cabeça e tentação. Carmen vê a sua vida profissional desmoronar ao mesmo tempo que dá um passo importante com o seu mais que tudo, Borja. 

Todas estas mulheres encontram-se numa luta impiedosa contra elas mesmas e a vida. Vida essa que está a ser madrasta e a exigir de cada uma delas força, coragem e resiliência. 

Este segundo livro traz uma realidade mais quotidiana das personagens. Senti-me mais próxima das personagens porque me identifiquei com os receios, problemas, inquietações da vida de cada uma delas. Continua a ser uma leitura com momentos divertidos e sexys, mas que enaltece mais as emoções.

Valéria e companhia mais uma vez não desiludiram. Elísabet Benavent manteve as peripécias e loucuras neste segundo livro. Há muitos inícios e fins durante a leitura. Muitas gargalhadas, nervos e emoção. Estou em pulgas pelo terceiro livro da série e ver o que me reservam as cenas dos próximos capítulos.

Uma leitura mais que recomendada.
Boas leituras! 

Biblioteca Perfeita


Imagem retirada aqui.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

[A minha Opinião] Nos Sapatos de Valéria



Quando este primeiro volume de uma série, Nos Sapatos de Valéria chegou cá a casa, olhei para ele com interesse. Conquistou-me logo pela capa, simples mas cativante. A sinopse compacta, espicaçou-me logo a curiosidade. Acho que a primeira frase: "Valéria é uma escritora de histórias de amor.", é suficiente para que se desenhe a promessa de uma boa leitura. A chamada de atenção de que pode causar dependência é completamente verdadeira.  

Foi muito fácil envolver-me na leitura. A escrita de Elísabet Benavent é simples, directa, muitas vezes crua e sem rodeios, e por esse facto sem complicações. A história é construída tendo como base as relações amorosas, de amizade e profissionais. Centra-se na vida de um grupo de quatro amigas, que em muito me fez lembrar a famosa série "O Sexo e a Cidade".

A personagem principal, Valéria, é uma jovem escritora, que lançou um primeiro livro de grande sucesso, e que no momento actual luta para ultrapassar um bloqueio de escrita. É a partir desta personagem que vamos conhecendo o seu núcleo de amigas, Nerea, Carmem e Lola. São estas quatro mulheres que me levam numa viagem emocionante. Acompanho os dilemas, os sucessos e insucessos da vida de cada uma delas. Quatro mulheres diferentes que como grupo são brutais.

É impossível não gostar deste livro. Fiquei agarrada às primeiras páginas. É uma loucura a vida destas quatro personagens. Durante a leitura tenho momentos hilariantes, de soltar gargalhadas, principalmente com a personagem de Lola, que raramente pensa no que diz e não tem papas na língua. Momentos emotivos, tensos, porque a vida destas quatro amigas não é um mar de rosas. E momentos sexys, que são uma constante neste romance. Sim, porque onde há confissões de mulheres, há sempre homens bonitos envolvidos, e neste romance não é excepção. Vítor fará suspirar muitas leitoras!

Em suma, é uma leitura leve, divertida, sedutora e cheia de peripécias. Um livro sobre amizade, amor, mulheres, homens e relações. Uma leitura viciante e perfeita para desanuviar entre leituras mais pesadas. Não resisti e assim que terminei esta leitura comecei imediatamente no segundo livro, "Valéria ao Espelho".

Querem descontrair? Este é o livro certo! Leitura mais que recomendada.

Aquisições - Saída de Emergência


"Desobediência", um livro que já me chegou a casa há alguns dias. O facto de Naomi Alderman ter sido a vencedora do Baileys Women’s Prize de Ficção, espicaçou a curiosidade em relação ao livro. Obrigada às Edições Saída de Emergência pelo envio do livro. 
E vocês leitores, já leram ou têm curiosidade em fazer esta leitura?


Sou dos Anos 80 – Não Tenho Medo de Nada de Joana Emídio Marques - Novidade Guerra e Paz Editores


SOU DOS ANOS 80 – NÃO TENHO MEDO DE NADA
Joana Emídio Marques
15,6x23
152 páginas
15,90 €
Não Ficção / Vida Prática
Nas livrarias a 25 de Outubro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Se viveste nos anos 80, comeste bolachas Maria molhadas no leite, usaste roupa que picava e pijamas de turco, se colavas pastilhas elásticas debaixo da mesa e sobreviveste como um herói, este livro é para ti. Aposto que ainda hoje dizes: «Eu? Eu não tenho medo de nada.» E se não tens medo de nada, então viaja no tempo até à década em que vivíamos eufóricos entre os bonecos da Playmobil e a Tucha, o jogo do elástico e o macaquinho do chinês, em que as mães tinham o poder da palavra e do chinelo, em que roíamos as tampas das canetas Bic, íamos visitar a família à aldeia nas férias grandes, tínhamos um mealheiro com moedas de 50 centavos e lutávamos meses a fio para ganhar um presente. Aqui não encontras uma enciclopédia de cromos, mas uma viagem pelas experiências, sonhos, transgressões que moravam em cada objecto, em cada série de desenhos animados, em cada jogo e que fizeram de nós não coleccionadores de coisas, mas detentores de uma sabedoria que é urgente recordar e partilhar.

Joana Emídio Marques. Olá, eu sou a Joana, em 1984 tinha dez anos, portanto é só fazer as contas. Não eras bom a Matemática? Eu também não. Era a trapezista lá do bairro, em Vila Nova de Santo André, onde cresci. Trepava muros, telhados, árvores e queria ser sempre a primeira quando farejava «aventuras». Levei sovas da minha mãe, mas não adiantou nada. Faço parte de uma longa trupe de mulheres agitadas. Só os livros, os desenhos animados, o TV Rural, o Cosmos, as telenovelas me punham quieta. Bonecas, só gostava da Tucha. Do futuro, só queria poder usar batom e viajar num Barco do Amor ou dançar como o Leroy do Fame. Tinha 15 anos quando caiu o muro de Berlim, já lia o Blitz e avisei que queria ser jornalista. Mas aos 18 já o mundo era demasiado confuso para as minhas ilusões. Licenciei-me em Ciências da Educação. Dei aulas no 1.o Ciclo durante 10 anos. Fiz um mestrado em Ciências da Comunicação, trabalho como jornalista desde 2009, primeiro no Diário de Notícias e Notícias Magazine e agora no Observador. Tenho saudades de ser trapezista.

Da Gaveta de Isabel Tallysha-Soares - Novidade Coolbooks


Título: Da Gaveta
Autor: Isabel Tallysha-Soares
Formato: e-wook / capa mole
N.o páginas: 192
PVP: 4,99€ / 13,30€

Sinopse
Onde os nomes não interessam, a geografia é um estado mental e a mãe vive numa gaveta, ela parte para parte incerta apenas para obedecer à voz que a chama sem que saiba para onde. Na bagagem leva a chave do gavetão que a aguarda quando o fim chegar. Conhece-o a ele, que talvez seja quem a chame desde sempre, num país de vivos que cultivam mortos. Desce às profundezas da terra procurando-se a s própria. Resgata-se e quando deixa de pensar na chave do gavetão na gaveta onde a sua soberba mãe habita, descobre, por fim, quem a chama.
Da Gaveta é um romance sobre procuras e encontros, uma viagem pessoal em busca da identidade própria e uma reflexão sobre dicotomias inultrapassáveis: passado e presente, Oriente e Ocidente, vida e morte. Quando as regras são quebradas e a liberdade é a meta suprema, não precisamos de nomes nem de pontos cardeais para chegarmos ao que interessa, a verdade de nós. E a verdade é tão fácil...

Isabel Tallysha-Soares não nasceu nesta língua. Aprendeu-a às pressas em velhos volumes da Nau Catrineta tomados de tempo e guardados num armário livreiro com vidraças forradas a carmesim. Decorou Pessoa e leu Eça na obrigação da aprendizagem de uma língua estranha e circunvolutória. Fez-lhe as pazes no Ramalho de John Bull percebendo, por fim, que esta é uma língua de sol e Meridião, que tanto escreve o tudo como o Nada, o Nada que, publicado, lhe deu ânimo para tirar outras coisas Da Gaveta.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

[A minha Opinião] Café Amargo


Irei sempre recordar-me do cheirinho a café, que acompanhava o livro assim que abri o envelope. A promessa de uma grande leitura já estava no ar. 

A minha viagem inicia-se nos finais do século XIX e sou transportada através de duas Guerras Mundiais. São bem retratados os tempos conturbados e cheios de mudanças políticas e sociais na vida siciliana.

Tenho sempre um gosto especial na leitura, quando a personagem principal é uma mulher forte, corajosa, que nunca baixa os braços. Maria Marra é essa personagem. Uma mulher que aprende cedo a ser forte, corajosa, resiliente, lutadora. Uma mulher que se sacrifica pelo amor à família mas que não deixa de olhar o futuro com esperança. Uma mulher que está muito à frente no seu tempo, e, que por isso mesmo, é muitas vezes incompreendida.

A história de vida de Maria está entrelaçada com a história de vida de Giosuè. Este personagem assume grande importância durante a narrativa e é incrível o seu crescimento ao longo da história. É um rapaz que se torna um homem respeitado, culto, de sucesso e com poder nas mais altas chefias do exército. Honra assim a memória do seu pai que morreu a lutar pelo seu país. 

Maria e Giosuè, duas personagens que me apaixonaram pelas suas personalidades fortes, pelo amor que nutrem um pelo outro, pelos sacrifícios que tiveram de passar, pela coragem que demonstraram em tempos de guerra e por me fazerem acreditar que nunca é tarde para nada. 

As dificuldades da leitura são as inúmeras personagens presentes na história, que muitas vezes me confundiram. Muitos são os familiares dos Marra e dos Sala nesta história. Ao final de alguns capítulos vai tornando-se mais fácil a orientação.

Para mim é um romance que ganha pelo retrato histórico, social e cultural que narra. Ganha pela ousadia e coragem da personagem principal, Maria. Ganha pela grande história de amor. Ganha pela escrita cativante de Simonetta Agnello Hornby. E sairá sempre vencedor quem é capaz de beber um café amargo. 

Uma leitura que gostei de fazer e que por isso a recomendo a todos vós. 

Boas leituras!

[A minha Opinião] Nos Braços do Vagabundo


Este é o primeiro livro que leio da autora. Leitura que fui desafiada a fazer pela própria autora, Letícia Brito. Outro desafio foi ler em formato ebook, que acabou por correr bem. O livro é pequenino e a leitura até se fez muito bem no tablet. 

Falando agora do livro e da sua temática. Escrever sobre depressão é sempre um tema complicado, que requer muita pesquisa e sensibilidade no trato, para que o tema não se torne demasiado pesado para leitura. Há sempre riscos.

Sofia, a personagem principal deste romance, é uma jovem com muitos sonhos, que devido a um desgosto de amor, cai num estado depressivo fulminante. Achei que a autora conseguiu retratar esse estado depressivo mas pecou por excesso. O início da leitura torna-se muito pesado pelo negro da personagem principal e pela repetição de estados depressivos. 

Surgem mais dois personagens com grande importância na história, Francisco, o grande amor e causador da dor e tristeza de Sofia, e Dinis, um colega de trabalho, que surge como um possível salvador de Sofia. Na minha opinião faltou mais consistência às personagens, principalmente à de Dinis, que da mesma forma repentina que aparece no romance, também repentinamente desaparece da história, para que seja dado um final feliz à personagem principal. 

Há um esforço notório de respeitar e tratar bem o tema da depressão, e, de enaltecer o amor, que tudo vence e tudo suporta. A personagem principal está bem pensada e ganharia mais força se fosse mais explorado o passado da mesma, as suas relações familiares e de amizade. Aos personagens secundários falta profundidade. Felicito a autora pela coragem em escrever sobre um tema tão complexo, pela sua escrita e pela história construída. Com algumas alterações narrativas e uma maior consistência, o resultado seria um melhor romance.   

Boas leituras! 

A ler


Saiba mais sobre o livro aqui.

Elza, minha luz de Almerinda Romeira e Edite Esteves - Novidade Cultura Editora



Género: Não-ficção | Histórias de Vida
Formato: 15*23cm
Nr. Págs: 176
ISBN: 978-989-99563-3-9
PVP: 15,50€ 

Sinopse
Elza, Minha Luz é o relato de uma história verídica, passada no Sul de Portugal, e escrita a quatro mãos por duas jornalistas algarvias.
Cumpre-se, desta forma, um pedido feito por Elza, a figura central deste livro: alertar o mundo para todos os pequenos e grandes sinais do corpo, especialmente quando se trata de cancro. Mas Elza, no seu diário, deixou ainda notas sobre a forma como lidar com a doença em família, o que fazer, como falar com os filhos.
Esse diário inspirador e comovente de uma jovem mãe alegre e cheia de luz, que morreu aos 39 anos vítima de um cancro fulminante, é a principal fonte deste tributo, que conta ainda com testemunhos da família, amigos e especialistas da doença. Um livro tão pessoal como informativo, tão emocional como esclarecedor, que nos alerta, nos conforta e nos faz celebrar a vida.

Sobre as autoras
Almerinda Romeira. Nasceu em São Bartolomeu do Sul, concelho de Castro Marim, em 1959 e formou-se em Comunicação Social no ISCSP. Jornalista desde 1988, atualmente no Jornal Económico, com presença regular no Jornal do Algarve, pertenceu aos quadros de A Capital, O Independente, Fortunas & Negócios e OJE, tendo editado ainda o 1o. Emprego, do Correio da Manhã. Prémio Inatel de Jornalismo em 1999, é autora de Portugal Entre Gerações e integra a colectânea 50 Histórias de Quem Foi Criança, com o conto A Estrela do Avô.

Edite Esteves. Jornalista e escritora, nasceu em Faro, há 72 anos. Com formação em Filologia Germânica na Faculdade de Letras de Lisboa, exerceu jornalismo durante 33 anos no jornal A Capital, onde foi chefe de redacção-adjunta, redactora-principal, grande repórter, editora, colunista e cronista. Foi formadora no Cenjor – Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas. Autora do livro Irene – É Possível Renascer, colaborou na antologia de poesia e prosa Nas Margens da Solidão, em prol da SOS Voz Amiga. É editora e jornalista da revista Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores.